Perguntas, respondidas sem rodeios.
Preciso adotar a plataforma inteira?
Não. O ORIS funciona sozinho; a maioria das equipes começa por ele e adiciona o VERI quando cada fonte precisa ser defensável por si só, e o MESH quando a resposta depende de como as fontes se relacionam entre si. Tudo é por uso — comece onde está o problema e componha conforme avança.
A Orves me prende à inteligência dela?
O contrário. O VERI aceita a saída do parser em que você confia, e o que a cadeia produz é um ativo seu — pronto para qualquer modelo que você escolher: retrieval, fine-tuning, dados de treinamento. Ser servido pela Orves é uma escolha, nunca um requisito.
O que vocês querem dizer com “verificável”?
Você pode verificar a origem da informação, a evidência por trás dela, onde ela está no documento de origem, sua versão e seu histórico. A certificação de cada transformação em um ledger de apenas anexação — com verificação pública e sem conta — é a direção projetada e chega junto com o rollout.
O que o Orves VERI produz?
Um resultado verificável por fonte: cada claim que ela contém, ligada ao span exato de onde veio, com autoria, qualificadores, relações dentro da fonte e um ABSTAINED explícito onde a fonte não sustenta a afirmação. Relações entre fontes são o Orves MESH, que roda sobre esses resultados.
De onde vêm os números do benchmark?
De avaliações pré-registradas contra conjuntos gold versionados, com n e matrizes de confusão reportados. Um número aparece neste site só depois de sobreviver a esse processo — até lá você vê o estado honesto.
Como a Orves é entregue?
Exclusivamente pela API. Nada para instalar, nada para hospedar. SDKs leves são fornecidos por conveniência — a plataforma vive no servidor.
A Orves é um stack de RAG?
Não. RAG é uma das coisas que você pode construir em cima. A Orves governa a camada de conhecimento verificável que os stacks de RAG improvisam.